Os 12 Princípios para Jovens
1º Princípio: Raízes culturais
2º Princípio: Os pais também são gente
3º Princípio: Os recursos são limitados
4º Princípio: Pais e filhos não são iguais
7º Princípio: Tomada de atitude
11º Princípio: Exigência e disciplina
Rua São João, 33 - Centro - Monte Azul Paulista
Fone: 17 - 3361 5249 - CNPJ: 04.628.042/0001-22
1º Princípio: Raízes culturais - 1ª semana
Enfoque: Eu
1ª semana: O que são raízes culturais?
É tudo aquilo que nos faz ser o que somos; formação e educação trazidas do ambiente em que fomos criados.
*O meio em que se estrutura nossa vida atual.
Precisamos nos conhecer como indivíduo, como pessoas, nossas origens, educação, tudo enfim que nos diga respeito.
Trabalhar: Raízes culturais e perguntar
“olhando”para si mesmo.
*Quem sou eu? Que tipo de pessoa eu sou?
Faça uma auto-avaliação, busque seu auto conhecimento.
*Utilizar a lista de defeitos e qualidades; fazer com que cada participante reflita e compartilhe com o grupo:
1. Como cultivar e deixar florescer as qualidades?
2. Como controlar e dominar os defeitos( negativo )?
Pedir ao grupo que pensem e sintam-se a vontade para pedir ajuda ao grupo. Quem me ajuda? Como me ajuda ?Como e quando preciso de ajuda?
ATIVIDADE:
*A lista de defeitos e qualidades.
Qualidades Características Positivas |
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Defeitos Características Negativas |
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Colocar música durante a reflexão. Fazer com que todos participem
MATERIAL
Cópia defeitos e qualidades
Caneta/lápis
2ª semana do 1º princípio
Enfoque: Família-o outro
TRABALHAR: Apostila os 12 princípios para pais;
Dar ênfase: Há valores que são imutáveis porque trazem:paz,alegria e auto-estima.
*O que mudar?
*O que melhorar?
*O que deixar de fazer?
*O que fazer?
ATIVIDADE: Dinâmica: Técnica da convivência
O COORDENADOR divide o grupo em subgrupos. -Distribui o seguinte texto solicitando que leiam em silêncio.
FÁBULA DA CONVIVÊNCIA
"Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo
terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. F oi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver; começou a se unir; a juntar-se mais e mais, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor; aquele calor vital questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos.
Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito.
Mas, essa não foi a melhor solução; afastados, separados, logo começaram a morrer congelados..."
___x___x___x___x___x___x___
- Feita a leitura, o COORDENADOR pede a cada subgrupo que elabore um final para esta fábula, determinando que não excedam o espaço de 10 linhas e que não levem mais que 10 minutos.
- Após a elaboração, o COORDENADOR distribui o final original da fábula.
- Pede aos subgrupos que leiam e comparem com o final que determinaram, ressaltando as diferenças, buscando comparações práticas vivenciadas pela Mocidade e refletindo ainda sobre possíveis soluções que poderiam ser adotadas.
MATERIAL
lápis/canetas
Texto Fábula da Consciência
Final Original
FINAL DO TEXTO ORIGINAL:
"Os que não morreram voltaram a se aproximar; pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem se ferir; para sobreviver sem magoar; sem causar danos recíprocos.
Assim suportaram-se, resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar os
silêncios.
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se
encontrar.
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração.
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor.
É fácil sentir o amor, difícil é conter sua torrente."
3ª semana do 1º princípio
Enfoque: Exterior/o grupo, a sociedade ( cultura )
Trabalhar: Conhecimento,comunicação,desprendimento.
Conhecimento: Ato ou efeito de conhecer, informação, ciência,consciência de si mesmo.
Comunicação: Ato ou efeito de comunicar-se,ato ou efeito de transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados; a mensagem recebida por esses meios.
Desprendimento: Ato ou efeito de desprender (se), sobre tudo das coisas materiais.
Falar, ouvir , processar dados.
Cultivar a Independência, chega de independência ou isolamento e de independência ou submissão .
Trabalhar o parágrafo...Para isso entra também, o desprendimento...,até não tem conversa
Dinâmica: A escada
Objetivo: Auxiliar os adolescentes a identificar seus valores de vida e a refletir sobre os mesmos.
O que você vai precisar: Sala ampla, folhas de papel
sulfite, pincéis atômicos, fita crepe.
Tempo: 30 min.
O que você deverá fazer:
1. O facilitador solicitará que os participantes a caminharem pela sala e pensarem sobre “O que é mais importante na sua vida”?
2. O facilitador pedirá a cada adolescente que pegue 1 folha de papel e 1 pincel atômico.
3. O facilitador pedirá que a folha seja dividida em 3 partes, no sentido do comprimento.
4. A seguir, pedirá que, em cada papel, seja escrita 1 palavra que corresponda a um valor da vida do adolescente. (Ex.respeito,paciência com os mais velhos,não roubar... )
5. Enquanto isso, o facilitados marcará no chão da sala, com fita crepe, 3 degraus de uma escada.
6. Quando todos terminaram, pedir que cada participante vá até os degraus e coloque uma tira
com a palavra escrita em cada degrau(colar com fita crepe), em ordem decrescente de importância.
Ao final refletirem sobre:
a. No inicio da dinâmica, foi difícil detectar os principais valores?
b. Que valores aparecem mais? Que tipos de valores são?
c. Por que eles não estão na mesma escala de prioridade?
d. Durante nossa vida, esses valores se modificam? Por que?
e. Qual a relação entre os valores de vida e a prevenção?
Resultado esperado: Os participantes terão um melhor entendimento sobre os próprios valores de vida e sobre a diversidade de valores de outras pessoas.
4ª semana do 1º princípio
Trabalhar sexualidade pensando nos valores herdados pelos pais, as barreiras, as informações (poucas ?), tabus, preconceitos...
As raízes culturais dos pais refletem nos filhos?
ATIVIDADES
Filme “Orientação Sexual”
Dinâmica: A visita do E.T.
Objetivos
Levantar questionamentos relativos à sexualidade, desvinculados de um contexto sócio-cultural.
O que você irá precisar
Sala ampla, 5 cartolinas, 5 pinceis atômicos, fita crepe, adereço para cabeça.
O que você deve fazer
1-O facilitador pedirá que todos caminhem pela sala.
2-Ele avisará que chegaram ETS na Terra e gostariam muito de saber sobre a sexualidade dos humanos.
3-O facilitador comentará que chegaram 5 jornalistas para conversar com os ETS (colocar crachás com a inscrição “imprensa” em 5 participantes)
4-Em seguida, o facilitador pedirá que se formem 5 grupos de ETS, com 1 jornalista em cada grupo, sentados no chão.
5-Esses jornalistas anotarão numa cartolina, as dúvidas dos ETS sobre a sexualidade dos humanos.
6-Serão chamados os “especialistas” para responderem as dúvidas dos ETS (outros adultos da instituição... professores, diretor, etc...)
Pontos para discussão
a)Refletir se é fácil ou não falar de sexualidade.
b)Por que é fácil para algumas pessoas e difícil para outras?
c)Com quem os adolescentes se sentem mais a vontade para conversar sobre sexualidade?
5ª semana do 1º princípio
Explorar a identidade ( raiz/cultura)
ATIVIDADES
Pensem como indivíduos sobre todas as coisas que constituem a sua identidade.
Em seguida colocar o nome depois pensarem sobre a família, amigos, interesses, gestos e aversões, personalidade
Trabalhar o texto: EU NÃO SOU VOCÊ
Eu não sou você
Você não é eu
Mas sei muito de mim
Vivendo com você
E você? Sabe algo de você vivendo comigo?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas encontrei comigo e me vi
Enquanto olhava pra você
Na sua, minha, insegurança.
Na sua, minha, desconfiança.
Na sua, minha, competição.
Na sua, minha, birra infantil.
Na sua, minha, omissão.
Na sua, minha, firmeza.
Na sua, minha, impaciência.
Na sua, minha, prepotência.
Na sua, minha, fragilidade doce.
Na sua, minha, mudez aterrorizada.
E você? Se encontrou e se viu enquanto.
Se olhava pra mim?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas foi vivendo minha solidão
Que conversei com você
E você? Conversou comigo na sua solidão.
Ou fugiu dela, de mim e de você?
Eu não sou você
Você não é eu
Mas sou mais eu, quando consigo
Lhe ver, porque me reflete
No que eu ainda não sou
No que já sou e
No que quero vir a ser...
Eu não sou você
Você não é eu
Mas somos um grupo, enquanto
somos capazes de, diferencialmente,
Eu ser eu, vivendo com você e
Você ser você, vivendo comigo.
(Madalena Freire)
2º Princípio: Pais também são gente
Professores também são gente
Eu também sou gente
Enfoque: Eu
Trabalhar: Você tem sido você mesmo?
Avaliar e definir sua posição, assumindo seu papel de modo claro, bem definido,cheio de tranqüilidade e confiança?
Estas perguntas devem ser colocadas e avaliadas no grupo de apoio de modo que as pessoas se ajudem e assumam novos comportamentos e se proponham a experimentá-los, vivendo-os pelo menos durante uma semana,para sentir o resultado.
ATIVIDADES
Reflexão e leitura
Texto: O Homem e o Rio
Havia um homem apaixonado por um rio, gastava longas horas vendo suas águas a passar, carregando em seu dorso suave folhas e histórias das cidades acima e isto lhe dava felicidade.
Sua grande alegria era quando chegava a tarde, depois do trabalho ele ia correndo para o rio, pulava uma cerca e ficava lá em uma prainha, com os pés mexendo nas areias grossas, bem embaixo de um velho ingá.
Falava muito, confidenciava segredos, dava gargalhadas, nunca ia embora, enquanto houvesse luz e por muitas vezes só se deu conta que era noite quando a lua ladrilhava de prata as águas do rio.
Ficava lá, remoendo lembranças, indo para o futuro em sonhos. Seus olhos eram rio. O rio passeava com suas águas amigas em seus olhos, como em nenhum outro. Ambos pareciam ter nascido para ser daquele jeito, nunca um sem o outro, a unidade de almas.
Dizia o homem:
- amor pra toda vida consentia o rio...
Porém, um dia, o céu escureceu. Nuvens cobriram a terra, a chuva desabou sobre o mundo. A cabeceira do rio foi enchendo e logo tudo virou correnteza. Árvores foram arrancadas. Folhas deram lugar aos galhos pesados, estes arranhavam tudo o que encontravam, as barrancas desmaiavam e sumiam devoradas pela fúria das águas.
O rio cresceu, ultrapassou as margens, derrubou cercas, foi crescendo até chegar na casa do homem da história e destruiu tudo o que encontrou.
Avançou o jardim... Margaridas e rosas desapareceram, entrou porta adentro com as mãos cheias de lama. Apagou o fogo no velho fogão a lenha, tudo ficou destruído.
Quando veio o sol, veio também a desolação. Tinha que recomeçar e como é difícil recomeçar. Fez o que pôde, sem olhar em direção ao rio. Seu peito era uma amargura só. Sua cabeça não ficava em silêncio. Só pensava no que iria dizer.
Então falou:
- Por quê? Por que fez isto? Eu confiava em você, tinha certeza que isto não iria acontecer, não conosco. Havia muito amor entre nós, amor que não merecia acabar assim. Não é só a lama que está no jardim, é a confiança que nunca mais será confiança, o amor que nunca mais será amor, é o adeus que será para sempre adeus...
Foi inútil o rio tentar explicar. Nunca mais tarde se encontraram. Nunca mais a lua cantou naquele lugar e as águas daquele rio, como o coração daquele homem, nunca mais foram os mesmos.
O homem mudou-se para muito longe e o rio, quando passava por lá, tentava não olhar... Mas sonhava, bem dentro, em suas águas mais profundas, um dia ver ali, debaixo do ingá, quem nunca deveria ter ido embora...
Estas palavras falam por si... Temos tendência a esquecer fácil os bons momentos e damos uma eternidade para as lembranças negativas, esquecemos as conversas onde só o coração fala e perdemos tardes lindas de amor... Abraços apertados, aconchego... Por não querer relevar. Não querer lutar um pouco mais. Às vezes temos 100% e por causa de 1% perdemos 99%... Já viram como sempre ficamos presos a este 1%???.
Guardamos sempre a imagem da casa destruída, mas, negamos dar vida ao rio iluminado.Esquecemos toda uma vida de encanto e só lembramos as marcas da ferida. Há muita gente vivendo assim. Esquecendo que o amor ajuda a suportar as tempestades da vida e só o amor pode fazer o rio voltar a passar na porta da sua casa.
2ª semana do 2º princípio
Enfoque: O outro
ATIVIDADES
Colocar música calma, pedir para que olhem para o outro, seu companheiro,seu amigo,irmão,a pessoa a quem quer ajudar e o ajude,também a ser gente.Olhe para ele(ou pense ) como pessoa humana... não aquele que lhe deve alguma coisa... mas uma pessoa a quem quer realmente ajudar.E pense então em uma meta no grupo, uma meta para a semana que faça o outro sentir respeito por si mesmo... que resgate sua auto-estima,sua dignidade.
Dinâmica: Dependência Mútua ou Morte!
O objetivo desta dinâmica é mostrar o quanto dependemos uns dos outros e o quanto podemos contribuir para o crescimento do nosso irmão. Podemos começar a reunião formando duplas. Um dos componentes da dupla fecha os olhos e passa a andar guiado pelo outro durante dois minutos. Não é permitido abrir os olhos e nem tocar no companheiro, tão somente o som da voz .do outro o guiará. Logo em seguida trocam-se os papéis e o que antes era o guia, passa ser o guiado. Depois de terminada esta dinâmica, todos se reúnem para um momento de compartilhar, onde são respondidas várias perguntas:
O que você sentiu durante o tempo em que estava sendo guiado pelo outro?
Aconteceu de sentir-se tentado a abrir os olhos?
Teve total confiança em seu líder?
Pensou em se vingar do outro quando chegasse sua vez de ser o guia?
Sentiu-se tentado a fazer alguma brincadeira com o "ceguinho"?
Base Bíblica para a mutualidade: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai". (Cl. 3, 12-17).
Procure esclarecer juntamente com o grupo a definição dos termos que se encontram na passagem acima, como "coração compassivo, longanimidade, humildade" etc.
Faça perguntas do tipo: "O que falta em você para que as pessoas confiem mais no seu auxílio?" e "Qual a maior ajuda que você pode prestar neste momento de sua vida para as pessoas e para o grupo?".
Precisamos, sem dúvida alguma, uns dos outros. Para que a mutualidade possa ocorrer de forma dinâmica e eficaz, é preciso desenvolver características de caráter que nos capacitem a desempenhar nosso papel dentro do Corpo de Cristo.
MATERIAL
Pessoas para trabalhar em duplas.
Final
Ler o texto:“Lembre-se de guardar a caixa “
O velho trabalhou a vida inteira.Ao se aposentar comprou uma fazenda,para que o filho a administrasse,e resolveu passar o resto de seus dias na varanda da casa principal.
O filho trabalhou durante 3 anos.Então começou a ficar com raiva.
__Meu pai não faz nada !-comentava com os amigos.
_ Passa a vida olhando o jardim e me deixando trabalhar como um escravo, para que eu possa alimenta-lo.
Um dia resolveu acabar com aquela situação injusta.Construiu uma grande caixa de madeira, foi até a varanda e pediu:
__Papai, por favor, entre aí.
O pai obedeceu.O filho colocou a caixa em seu caminhão e foi até a beira de um precipício.Quando se preparava para joga-la lá em baixo, escutou a voz do pai:
__Meu filho, lembre-se de guardar a caixa...Você está dando o exemplo, e seus filhos, na certa, também vão precisá-la com você.
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3ª semana do 2º princípio
Enfoque: A Comunidade
ATIVIDADES
· Agora vamos sair de nós mesmos, de nossa família para ajudarmos alguém de fora de nosso círculo a se sentir gente.
Trabalhar o texto:

A GALINHA AFETUOSA
"Gentil galinha, cheia de instintos maternais, encontrou um ovo de regular tamanho e espalmou as asas sobre ele, aquecendo-o carinhosamente. De
quando em quando, beijava-o enternecida. Se saía a buscar alimento, voltava apressada, para que lhe não faltasse calor vitalizante. E pensava, garbosa:
_ Será meu pintainho! Será meu filho!
Em formosa manhã de céu claro, notou que o filhotinho nascia, robusto.
Criou-o , com todos os cuidados. No entanto, em dourado crepúsculo de verão, viu-o fugir pelas águas de um lago, sobre as quais deslizava contente.
Chamou-o, como louca, mas não obteve resposta. O bichinho era um pato arisco e fujão.
A galinha, desalentada por haver chocado um ovo que lhe não pertencia à família, voltou muito triste, ao velho poleiro; todavia, decorrido algum tempo e encontrando outro ovo, repetiu a experiência.
Nova criaturinha frágil veio à luz. Protegeu-a, com ternura, dedicou-se ao filho com todas as forças, mas , em breve, reparou que não era um pintainho qual fora, ela mesma, na infância. Tratava-se dum corvo esperto que a deixou em doloroso abatimento, voando a pleno céu, para juntar-se aos escuros bandos de aves iguais a ele.
A desventurada mãe sofreu muitíssimo. Entretanto,, embora resolvida a viver só, foi surpreendida , certo dia, por outro ovo , de delicada feição.
Recapitulou as esperanças maternas e chocou-o. Dentro em pouco, filhote surgia. A galinha afagou-o, feliz, com o transcurso de algumas semanas , observou que o filho já crescido perseguia ratos à sombra. Durante o dia, dava mostras de perturbado e cego; no entanto, em se fazendo a treva, exibia olhos coruscantes que a amedrontavam. Em noite mais escura, fugiu para uma torre muito alta e não mais voltou. Era uma coruja nova, sedenta de aventuras.
A abnegada mãe chorou amargamente. Porém, encontrando outro ovo, buscou ampará-lo. Aninhou-se, aqueceu-o e, findos trinta dias, veio à luz corpulento filhote. A galinha ajudou-o como pôde, mas, em breve, o filho revelou crescimento descomunal. Passou a mirar lá do alto a baixo. Fez-se superior e desconheceu-a. Era um pavãozinho orgulhoso que chegou mesmo a maltratá-la.
A carinhosa ave, dessa vez, desesperou em definitivo. Saiu do galinheiro gritando e dispunha-se a cair nas águas de rio próximo, em sinal de protesto contra o destino, quando grande galinha mais velha a abordou, curiosa, a indagar dos motivos que a segregavam em tamanha dor.
A mísera respondeu, historiando o próprio caso.
A irmã experiente estampou no olhar linda expressão de complacência e considerou, cacarejando:
_ Que é isto, amiga? não desespere. A obra do mundo é de Deus, nosso Pai. Há ovos de gansos, perus, marrecos, andorinhas e até de sapos e serpentes, tanto quanto existem nossos próprios ovos. Continue chocando e ajudando em nome do Poder Criador; entretanto, não se prenda aos resultados do serviço que pertencem a Ele e não a nós, mesmo porque a escada para o Céu é infinita e os degraus são diferentes. Não podemos obrigar os outros a serem iguais a nós, mas é possível auxiliar a todos, de acordo com as nossas possibilidades. Entendeu?
A galinha sofredora aceitou o argumento, resignou-se e voltou, mais calma, ao grande parque avícola a que se filiava.
O caminho humano estende-se, repleto de dramas iguais a este. Temos filhos, irmãos e parentes diversos que de modo algum se afinam com as nossas tendências e sentimentos. Trazem consigo inibições e particularidades de outras vidas que não podemos eliminar de pronto. Estimaríamos que nos dessem compreensão e carinho, mas permanecem imantados a outras pessoas e situações, com as quais assumiram inadiáveis compromissos. De outras vezes, respiram noutros climas Não nos aflijamos, porém.
A cada criatura pertence a claridade ou a sombra, a alegria ou a tristeza do degrau em que se colocou.
Amemos sem o egoísmo da posse e sem qualquer propósito de recompensa, convencidos de que Deus fará o resto."
Refletir
Pedir ao grupo que comente sobre a história
DINÂMICA : Caminhando com segurança
Caminhando com segurança
Material utilizado: Fundo musical, papel, caneta hidrocor
Nº de participantes: indeterminado
Tempo aproximado: 50 minutos
Desenvolvimento: Cada participante terá acesso a uma folha de papel e deverá imaginar uma árvore bem bonita.Ao som de um fundo musical deverá tentar desenha-la da melhor maneira possível.
Se questionarem como desenhar, dizer apenas que são livres.Dar mais ou menos 20 minutos, se achar necessário aumentar o tempo.
Assinadas ou não, as obras de arte serão expostas.
Cada um deverá comparar a árvore que desenhou com sua vida, observando os seguintes aspectos:
· Cuido de minha vida como cuidei da apresentação da árvore que desenhei?
· Minhas atitudes são pensadas ou faço tudo rápido para ficar livre?
· Procuro levar com capricho, até o fim, o que assumo, visando um final feliz?
· Em minha vida, ofereço sombra, abrigo e frutas aos que me cercam?
Reflexão: Deus nos colocou no mundo, e podemos comparar nossa vida com uma folha de papel em branco, onde temos liberdade de escrever o que quisermos, da maneira que melhor nos convier.Não somos marionetes nem teleguiados, portanto, cada atitude é um passo importante para o futuro. O otimismo, a alegria, a fraternidade, o empenho de fazer o bem, nos ajudam a crescer e transformar o mundo para melhor.
Se Deus nos presenteou com o dom da inteligência, somos previlegiados em poder discernir o bem do mal e seguir sempre em busca do verdadeiro tesouro que é o Reino dos Céus.
Texto Bíblico: Pr 21.21;22.3
Quem procura a justiça e o amor encontrará vida, justiça e honra.
O homem sagaz vê o mal e se esconde:
Mas os ingênuos passam adiante e sofrem a pena.
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4ª semana do 2º princípio
Enfoque: Observar, avaliando o que mais o ajudou a ter paz e se sentir bem e daí em diante viver esta nova atitude.
ATIVIDADES
· Trabalhar o texto:
“Lembre-se de guardar a caixa “
O velho trabalhou a vida inteira.Ao se aposentar comprou uma fazenda, para que o filho a administrasse,e resolveu passar o resto de seus dias na varanda da casa principal.
O filho trabalhou durante 3 anos.Então começou a ficar com raiva.
__Meu pai não faz nada!- comentava com os amigos.
__Passa a vida olhando o jardim e me deixando trabalhar como um escravo, para que eu possa alimenta-lo.
Um dia resolveu acabar com aquela situação injusta.Construiu uma grande caixa de madeira, foi até a varanda e pediu:
__Papai, por favor, entre aí.
O pai obedeceu.O filho colocou a caixa em seu caminhão e foi até a beira de um precipício.Quando se preparava para joga-la lá em baixo,escutou a voz do pai:
__Meu filho, lembre-se de guardar a caixa...Você está dando o exemplo, e seus filhos, na certa, também vão precisá-la com você.
· Ver o filme
3º Princípio: Os recursos são limitados - 1ª semana
Recursos : Bens,posses,meios para resolver um problema,ato ou efeito de recorrer,ajuda.
EXEMPLOS: Recursos Materiais:-
Físico: casa,escola...
Financeiro: salário...
Emocionais: Estruturação,sofrimento...
ATIVIDADES
· Iniciar o grupo com a dinâmica:CAIU EM MIM
Objetivo:
Esta dinâmica pode ser considerada um exercício de integração, no entanto, é mais adequada para grupos que já se conhecem, objetivando o laser e a descontração.
Procedimentos:
a) Orientar para que todos fiquem assentados em círculo;
b) Distribuir papeletas e lápis para cada participante;
c) Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que o vizinho da direita realizasse. Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc;
d) Deverão assinar o nome nas papeletas
e) O coordenador recolhe todas as papeletas;
f) Após recolher as papeletas, dá o mote: "Aquilo que você quiser para si não deve desejar para os outros...” Portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você!
g) Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.
Trabalhar os sentimentos e a reflexão que a mesma submete o grupo.
Em seguida questionar os integrantes do grupo:
Como eu me vejo? Recursos limitados?
Aceito sem revolta minha falta de recursos?
Qual neste momento é minha maior limitação?
De que forma o grupo pode me ajudar?
Cada participante do grupo sugere algo.
2ª semana do 3º princípio
Enfoque: Sugerimos que pensem em alguém da família.
Como esta pessoa vê Recursos limitados?
Neste momento qual sua maior limitação?
Como eu e o grupo acha que podemos ajuda-lo?
ATIVIDADES
Trabalhar a história: O Cavalinho e a Borboleta
Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta.
Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta nfeitando a paisagem.
Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza.
Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cercada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.
Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso.
Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro.
Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.
Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou.
Cansado se deitou embaixo de uma árvore.
Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
-Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
-Ah, é você então o famoso cavalinho?
-Famoso, eu?
-É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você.
Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
-É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
-Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando.
Não ficou sabendo?
Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
-Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.
Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito
naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho,
que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
-E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
-Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."
Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida,
as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes,
foi você mesmo que o colocou no seu dorso.
Reflexão
3ª semana do 3º princípio
Enfoque: A Comunidade
Quais são os recursos de minha comunidade?
Ela aceita sem revolta sua falta de recurso?
O que neste momento é a maior limitação dela?
Como o grupo acha que posso ajuda-la?
Pensar na sua comunidade enquanto bairro,igreja,escola,entidades assistenciais,cidade...
DINÂMICA:
Cigarra trabalha?
Enquanto a formiga carrega comida para o formigueiro, a cigarra canta. Canta o dia inteiro!
A formiga é só trabalho. A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga da cigarra seria uma barra o trabalho da formiga.
Poema de José Paulo Paes.
Material: Cartaz com o poema.
Como aplicar:
1) Sente-se em círculo com as crianças e leia expressivamente o poema.
2) Pergunte se alguém conhece a fábula "A Cigarra e a Formiga". Alguém gostaria de contá-la? Se não conhecerem, conte você.
3) O poema e a fábula nos passam uma idéia diferente da cigarra. Como?
4) Por que, na fábula, a cigarra é vista como alguém que não trabalha? Afinal, o que ela faz é trabalho ou não? O que é trabalhar?
5) O trabalho é necessário, na vida? Ele pode ser ruim ou gostoso? Do que isto depende?
6) Será que outros seres na Natureza trabalham? Como seria o mundo, se ninguém trabalhasse?
7) Prossiga o diálogo...
MATERIAL
Cartolina para fazer um cartaz com o poema
1 copia da história para cada participante
"A CIGARRA E A FORMIGA"
Adaptação de Edgar Rizzo
"A CIGARRA E A FORMIGA" conta a história da Cigarra Astride que gostava muito de cantar, ensaiava o dia inteiro e fazia show à noite e a Formiga Adelaide que só pensava em trabalhar e armazenar tudo, para não ter problemas no inverno. Adelaide era insociável, detestava música e vivia queixando-se da vizinha Cigarra. A cigarra tinha dois pretendentes, o senhor João Zangão e o senhor Godofredo Louva Deus, só que a Cigarra gostava de João Zangão que também adorava música e fazia serenatas para ela. Um dia a formiga Adelaide ficou furiosa e resolveu por fim àquela situação tão incômoda. Juntamente com Godofredo Louva Deus mandou sequestrar João Zangão e deu parte a Dom Besouro, pois não conseguia trabalhar devido à cantoria de Dona Cigarra. Isso lhe causava muitas dores de cabeça. O inverno chegou, e como era de se esperar, a Cigarra teve problemas. Estava muito só, pois João Zangão continuava desaparecido. Astride foi então pedir ajuda à sua vizinha Adelaide, que se mantendo implacável disse : "Oh! Dona Cigarra, a senhora cantou todo o verão enquanto e trabalhava, que tal a senhora dançar para se alegrar?". A cigarra Astride ficou muito triste, pois só queria companhia. Estava muito só e sem ninguém. Mas o inverno terminou. Dom Besouro havia continuado suas investigações e descobriu que a formiga Adelaide e Godofredo Louva Deus eram responsáveis pelo sequestro do senhor João Zangão. Adelaide havia contratado os Irmãos Aranha para sequestrar o pretendente da cigarra Astride. Dom Besouro ficou muito zangado e condenou a formiga e ao louva deus a cantar o ano inteiro para alegrar todos que moravam na floresta. A Cigarra encontrou João Zangão e juntos continuaram cantando e muito felizes.
CONTEÚDOS
Com este trabalho o Texto, promove a possibilidade de discussão e confecção de trabalhos sobre :
- A peça procura valorizar o trabalho qualquer que ele seja : o da Formiga que é um trabalho braçal e o da Cigarra que é um trabalho artístico.
- A importância dos seres vivos. Os insetos, objetivo do estudo das ciências. A formação de um formigueiro e sua organização.
- Os professores poderão construir um herbário com as crianças.
- Estudo dos personagens e a relação com o Bem e o Mal.
- Não existem "pessoas" somente Boas ou somente Más. Todos tem seus limites e virtudes.
4ª semana do 3º princípio
Fazer uma reconsideração ou balanço dos objetivos ou metas trabalhadas individualmente nestes 3 encontros anteriores que leve cada um melhorar seu comportamento diante das situações e levar para sua vida mais esta mudança positiva.
Queremos caminhar para a solução de nossos problemas?
Para isto precisamos de auto-avaliação do grupo de apoio.
Colocar uma música relaxante enquanto os jovens refletem.
ATIVIDADE
Trabalhar o texto, dividindo por grupos e debater sobre o mesmo.
Faça o que eu faço
Uma mãe levou o filho até Mahatma Gandhi e implorou-lhe:
- Por favor, Mahatma, diga a meu filho para não comer mais açúcar...
Depois de uma pausa, Gandhi pediu à mãe:
- Traga seu filho de volta daqui a duas semanas.
Duas semanas depois, ela voltou com o filho. Gandhi olhou bem fundo nos olhos do garoto e lhe disse:
- Não coma açúcar...
Agradecida, porém perplexa, a mulher perguntou a Gandhi:
- Por que me pediu duas semanas? Podia ter dito a mesma coisa a ele antes!
E Gandhi respondeu-lhe:
- Há duas semanas, eu estava comendo açúcar.
Ou seja....faça o que eu faço, e não apenas o que eu digo....
4º Princípio: Pais e filhos não são iguais
1ª semana: Refletir sobre as diferenças, direitos e deveres.
Seja bom se você parasse um pouco diante deste enunciado e estudasse estas diferenças; visse direitos e deveres e pudesse se posicionar tranqüilamente.
Diferenças:
* Pai Filhos
* Mantenedor Mantido
* Orientador Orientado
* Disciplinador Disciplinado
* Educador Educando
* Adulto Em formação
* Maduro Imaturo
* Experiente Inexperiente
Trabalhar as questões:
Quais os deveres dos pais?
O que os pais devem fazer?
Os pais devem promover:
Bem estar físico, proporcionando casa, comida, vacinas, cuidados com alimentação, sono e disciplina de modo que, naquilo que depende dos pais, os filhos venham ter um corpo saudável
Bem estar emocional, dando condições para que os filhos se desenvolvam num ambiente normal, alegre, que tenha paz e equilíbrio visando a saúde mental deles.
Bem estar social, permitindo que os filhos tenham espaço para conhecer pessoas, se relacionarem com elas e possam viver e partilhar com os outros, de modo que aprendam a apreciar e respeitar os diferentes.
Bem estar espiritual, lembrando-se que é muito difícil desenvolver na pessoa já adulta uma dimensão espiritual; proporcionar aos filhos o conhecimento de Deus para despertar neles a consciência do respeito ao Criador e a suas criaturas.Desenvolver também a dimensão humana da espiritualidade, que da suporte básico para o desenvolvimento da religiosidade.
A educação dos filhos.Os adultos, os pais devem agir no sentido de estimular e desenvolver as aptidões, as potencialidades dos filhos, ajudando-os, assim, a se realizarem.Vale, também, lembrar que, por terem sido cuidados e educados, os filhos nada devem a seus pais.É dever dos pais para com os filhos oferecer-lhes isso. E seu filho só terá deveres com os filhos deles. Neste sentido ele passará a educação aos filhos deles. Não é dever, ao contrário, é um erro do pai, sustentar um filho que não faz nada e vive às custas de seus pais.
Você conhecia os deveres dos pais? Lembre-se que um dia também serão pais! E pais também têm direitos.
Quais os direitos dos pais?
Os pais têm direito a ter uma noite de sono sem:
Ter que ficar se preocupando sobre onde seu filho está...
Ser acordado por seu adolescente que chega em casa bêbado, drogado, etc....
Receber telefonema da polícia, dos hospitais, sobre seu adolescente problemático;
Os pais têm direito a:
Receber cooperação e cortesia em sua própria casa;
Esperar que seus filhos tenham um comportamento responsável na escola;
Parar de pagar fiança para os outros;
Parar de ajudar seu adolescente a tomar mais cuidado consigo mesmo;
Mudar seu comportamento, mesmo que seu adolescente não goste;
Você tem direito a não ser nem desconsiderado nem maltratado por seu adolescente;
Amar seu filho não é desculpa para aceitar um comportamento rude, violento, sem nenhuma consideração pelo outro.
Ajude seu adolescente a aprender sobre os direitos dos pais;
Se você não fizer seus direitos serem respeitados, não poder;á exigir que outros, nem mesmo seus filhos o respeitem.
O que é dever de um filho?
__O filho deve obediência a seus pais.
Obediência é questão de justiça, porque ele é um dependente dos pais.
E tanto é assim que o 4º mandamento das leis de Deus é “Honrar Pai e Mãe”
__O que é honrar?( Perguntar para o grupo, várias pessoas diferentes )
Resposta:
É considerar, distinguir, respeitar, dar significado, dar crédito, estimar.
E isso é tão importante, que Deus, junto com seu mandado, nos faz uma promessa:
“Honra teu Pai e tua Mãe para seres feliz e teres vida longa sobre a terra”
Portanto, dar crédito, considerar, respeitar os pais é dever do filho.
__Mas os filhos devem também amar a seus pais?
__Não me parece importante amar os pais.Necessário, isto sim, é respeitar, é honrar pai e mãe, dando a eles o lugar que lhes é devido.
Os filhos também têm direitos?
E o direito dos filhos quais são?
São direitos dos filhos:
Ser bem tratado e respeitado:
Fisicamente
Emocionalmente
Social e espiritualmente
Agora o grupo deve pensar voltando para si próprio:
De que forma venho assumindo meu papel? Enquanto filho, irmão, aluno...
Em que aspecto devo corrigir-me? Considerar os direitos e deveres.
Como tenho vivido e exercido a hierarquia da minha posição?
Finalizar com o texto: “O Eco”
O pai e o filho estão passeando numa montanha.
De repente, o menino cai, se machuca e grita:
- Ai!!!
Para sua surpresa, escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha:
- Ai!!!
Curioso o menino pergunta:
- Quem é você?
E recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado grita:
- Seu covarde!
E escuta como resposta:
- Seu covarde!
O menino olha para o pai e pergunta, aflito:
- O que é isso?
O pai sorri e fala:
- Meu filho, preste atenção.
Então o pai grita em direção à montanha:
- Eu admiro você!
A voz responde:
- Eu admiro você!
De novo, o homem grita:
- Você é um campeão!
A voz responde:
- Você é um campeão!
O menino fica espantado. Não entende. E o seu pai explica:
- As pessoas chamam isso de ECO, mas, na verdade, isso é a VIDA.
A VIDA lhe dá de volta tudo o que você DIZ, tudo o que você DESEJA DE BEM E MAU AOS OUTROS. A VIDA lhe devolverá toda BLASFÊMIA, INVEJA, INCOMPREENSÃO, FALTA DE HONESTIDADE que você desejou, praguejou às pessoas que lhe cercam.
NOSSA VIDA é simplesmente o REFLEXO das nossas ações.
Se você quer mais AMOR, COMPREENSÃO, SUCESSO, HARMONIA,
FIDELIDADE, crie mais AMOR, COMPREENSÃO, HARMONIA, no seu coração.
Se agir assim, a VIDA lhe dará FELICIDADE, SUCESSO, AMOR das pessoas que cerca-lhe.
REFLITA... e melhore sua vida enquanto há tempo!!!
Discutir sobre o mesmo, busque a opinião das pessoas do grupo.
2ª semana do 4º princípio
Enfoque: O outro.
1) Pense em alguém que você queira ajudar
2)De que forma ele está assumindo seu papel: de pai, mãe,filho(a), esposo(a)?
3)Como você pode ajuda-lo a corrigir-se considerando também os direitos e deveres dele?
ATIVIDADE
Trabalhar a dinâmica: ”Não querer as coisas depressa demais”
Grupo: No máximo 25 crianças.
Objetivos: Respeitaras diferenças individuais de cada um.
Reconhecer quando alguém está lutando por um problema pessoal; perceber sua luta e suas vitórias, por menores que sejam.
Incentivar a continuar lutando
Tempo: 50 minutos
Local: Numa sala
Material: Reunir a turma em círculo e contar a seguinte história:
José e Ricardo iam caminhando de volta para a casa depois da aula.São muito amigos e sentem-se perfeitamente à vontade, um com o outro.
Neste dia porém, José estava um pouco triste.
__O que há com você? - perguntou Ricardo.Desde que saímos da escola não disse uma só palavra.Durante a aula ficou sem falar absolutamente nada.Mesmo no recreio, somente falou algumas palavras, com uma outra pessoa. Parecia um caramujo;todo encolhido.
__Você sabe muito bem que sou tímido e demoro a enturmar-me, respondeu José.Diante de um grupo sinto-me intimidado.Estou tentando melhorar.Hoje consegui falar com três pessoas, já é um progresso,coce não acha?
__Talvez, disse Ricardo, visivelmente impaciente.Você ainda tem muito para crescer, nesta área, já é “grandinho” e está na hora de dominar este acanhamento idiota.
José abaixou a cabeça e depois disto houve um longo período de silêncio.
__Muito bem, retrucou José, quebrando o silêncio. Eu não vou mais falar com ninguém. Desisto de tentar, pois por mais que eu me esforce, só ouço críticas !
Após a realização da leitura, separe a turma em grupos ( 3 a 5 crianças ).
Distribua as folhas com o texto, onde cada um deverá ler cuidadosamente o caso narrado e discutir com o grupo, procurando responder as seguintes perguntas:
1- Qual era o problema de José?
2- Por que o comentário de Ricardo fez com que José reagisse de modo tão negativo?
3- Você acha que devemos esperar mudanças nas pessoas com a mesma pressa que Ricardo demonstrou?
4- O que você diria a José para incentiva-lo a tornar-se mais sociável?
Depois de uns 15 minutos, os grupos se reúnem novamente e cada um, através de um relator escolhido, expõe suas conclusões.
Aplicar na sua vivência as descobertas desta dinâmica.
Conclusão:
Às vezes queremos que as coisas aconteçam muito depressa.
Quando alguém está conscientemente lutando com um problema pessoal, deve saber que estamos percebendo sua luta e suas vitórias, por menores que sejam.
Esta atitude irá incentiva-lo a continuar lutando.
Um elogio tem grande poder.
3 ª semana do 4º princípio
Enfoque: A comunidade
Levar outros no Grupo de Apoio, na Igreja, na Comunidade algum tipo de ajuda.
Fazer com que o grupo compartilhe
Atividades:
Dinâmica de grupo: “A caixa de fósforo”
Objetivo:
A força da união;
O valor do cooperativismo;
A importância do mutirão.
Número de participantes: De 8 a 20.
Idade: A partir de 9/10 anos.
Material:
Caixa de fósforo de palitos grandes, se possível;
Também pode ser palito de picolé ou espeto de bambu de churrasco.
Desenvolvimento:
.Diante dos participantes, o orientador apresenta uma caixa de fósforo e retira todos os palitos dela.
.Um dos membros é convidado a escolher um palito e quebrá-lo ao meio, tarefa que executará com facilidade.
.Chama outro membro; pede que escolha dois palitos e faça o mesmo com estes. Haverá certa resistência dos palitos, mais ainda será fácil quebrá-los.
.Reúna todos os palitos e convide um outro participante para quebrar todos juntos !!! Estimule-o... força !
.Mesmo a pessoa sendo muito forte, esta tarefa será dificílima, senão impossível. Exigirá muita força da pessoa e, talvez, ela não consiga quebrar os palitos.
.O orientador ressaltará então a diferença entre quebrar um e quebrar vários palitos ao mesmo tempo, dirá que, deste mesmo modo, uma pessoa só é muito mais vulnerável, enquanto que as pessoas unidas ficam bem mais fortalecidas.
.Pode-se sugerir, motivar e estimular um pequeno debate geral sobre o tema. O orientador pede exemplos destas duas situações que ocorrem no dia-a-dia, na sociedade, na família, na comunidade etc.
Avaliação:
.Nosso grupo, simbolicamente, está sendo um palito, dois, três... ou todos os palitos juntos?
.As responsabilidades no grupo estão sendo divididas e assumidas como grupo ou pela Eu-quipe?
.Que ações concretas pode-se tomar para o grupo melhorar seu cooperativismo e fortalecer sua união?
.Quais as vantagens na distribuição das tarefas e responsabilidades?
.Como este exercício nos revela a situação do povo e da sociedade?
Material
01 caixa de fósforo de palitos grandes ou palitos de sorvete
4ª semana do 4º princípio
Enfoque: Aperfeiçoamento pessoal
Trabalhar o texto:
O PRESENTE
Alice era uma menina muito vaidosa; só apreciava os belos vestidos e as jóias com que seus pais a presenteavam; não sabia dar valor a mais nada. Seus pais tudo faziam para corrigi-la desse péssimo defeito; mas Alice não dava ouvidos aos conselhos deles.
Alice resumia sua vida e seus pensamentos no que lhe agradasse os olhos e lhe lisonjeasse a vaidade. Desprezava os pobres, desdenhava as crianças que a serviam, criticava os avós por serem velhinhos e só se sentia feliz quando estava em companhia de outras meninas tão fúteis quanto ela. E quando chegava o dia de seu aniversário, exigia que sua festa fosse mais pomposa do que a de suas coleguinhas.
Quando Alice completou quinze anos, houve uma grande festa em sua casa. Alice só dava atenção aos presentes; examinava-os atentamente e fazia um gesto de pouco caso quando recebia um presente mais humilde. Ela não ficou contente com o presente que seu tio e padrinho lhe dera: era um pequeno estojo envelhecido pelo tempo, e que ela não conseguiu abrir.
Depois que todos se retiraram, Alice apanhou o estojinho, mostrou-o à mamãe e fez-lhe ver a insignificância do presente que o titio lhe trouxera.
_ Além do mais _ disse ela _ está tão velho que a ferrugem não deixa abri-lo.
Mamãe ficou muito contrariada por Alice não saber ser agradecida e tentou demonstrar-lhe que a vaidade nunca deu bom resultado a ninguém. Alice, mal-humorada, retirou-se para seu quarto, onde atirou o estojo sobre a cômoda.
A lavadeira no dia seguinte veio buscar a roupa para lavar e trouxe consigo sua filhinha de dez anos. Enquanto a mulher juntava a roupa, casualmente os olhos de Alice deram com o estojo, e uma idéia pouco sensata veio-lhe à cabeça.
_ Para que guardar essa caixa enferrujada? _ pensou.
E, apanhando o estojo, deu-o à menina da lavadeira. Mamãe não percebeu o gesto indelicado de Alice.
Passou-se algum tempo. E um dia o tio de Alice veio visitá-los.
Durante o almoço, a conversa, em dado instante, girou sobre jóias, e titio, voltando-se para Alice, perguntou-lhe:
_ A propósito, Alice, gostaste do broche de brilhantes que te dei no dia do teu aniversário?
_ Broche?! Titio! - gaguejou Alice tornando-se escarlate.
_ Aquele estojinho envelhecido continha um belíssimo broche de ouro e brilhantes. Há muitos anos que essa jóia pertence à nossa família. A última a usá-la foi tua tia, minha esposa, já desencarnada. E como não tenho filhas para usá-lo lembrei-me que és a mais indicada para possuí-lo.
_ Mas, titio, a caixinha não se podia abrir de ferrugem! - exclamou Alice já em ponto de chorar.
_ Bobinha! Não era ferrugem não. Só quem sabe o segredo é que pode abri-la. Depois te ensinarei o segredo.
Alice desandou a chorar. E como não tinha remédio, teve de confessar que o tinha dado à filha da lavadeira, pois julgava o estojo sem valor nenhum.
Mamãe mandou chamar a lavadeira, explicou-lhe o que houve e pediu-lhe que devolvesse o cofrinho; ela foi buscá-lo e voltou com ele, entregando-o à Alice.
Titio, ensinando o segredo à Alice, abriu-o e um magnífico broche de brilhantes se apresentou aos olhos de todos.
Alice estava envergonhadíssima, mas no fundo não tinha mau coração. Imediatamente percebeu que fora vítima de sua excessiva vaidade; dirigiu-se ao titio, beijou-lhe as mãos e pediu que a perdoasse. E prometeu a todos que, daquela hora em diante, deixaria de ser vaidosa e fútil._ Quando a vaidade, a futilidade, o orgulho, quiserem abrigar-se em meu coração, colocarei em meu peito este broche como uma sentinela que me avisará de que minha alma está em perigo.
E assim foi. O caráter de Alice melhorou. Tornou-se simples e amiga de todos e de tudo. Nunca mais ela demonstrou vaidade; pelo contrário, cultivava cada vez mais um dos mais belos ornamentos da alma: a simplicidade.
Rigonatti, Eliseu.
ATIVIDADE
Música:- “Pais e Filhos” ( Legião Urbana )
Estatuas e cofres e paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela do 5º andar
Nada é fácil de entender...
Dorme agora e só o vento lá fora
Quero colo...vou sair de casa...
Posso dormir aqui com vocês...
Estou com medo...tive um pesadelo...
Só vou voltar depois das três...
Meu filho vai ter...nome de santo...
Quero o nome mais bonito...
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar para pensar.
Na verdade não há.
Me diz porque o céu é azul
Me explica a grande fúria do mundo...
São meus filhos que tomam conta de mim...
Eu moro com a minha mãe, mais meu pai, vem me visitar...
Eu moro na rua não tenho ninguém
Moro em qualquer lugar...
Já morei em tanta casa, que já nem...
Me lembro mais...
Eu moro com meus pais...
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar para pensar.
Na verdade não há.
Sou a gota dágua...
Sou o grão de areia...
Você diz que seus pais não te entendem...
Mas você não entende seus pais...
Você culpa seus pais por tudo...
Isso é um absurdo...
São crianças como você...
O que você vai ser,
Quando você crescer?...
Material
Cópias da letra da música; cópias do texto; rádio e CD
5ª semana do 4º princípio
Igual a do grupo de Crianças:- Teatro e músicas
Enfoque: Interior da culpa
O que é a culpa para mim?
Como eu vejo a culpa?
Eu sou culpado de algo?
De que maneira me sinto culpado?
É ruim, é bom ser culpado?
Como assumir minha responsabilidade?
*Todos do grupo devem participar, não podemos ser imaturos ou superficiais, nem apaixonados e prepotentes...Deixe o grupo exercer sua função, a mútua ajuda, apontando pontos fracos, dando respostas firmes e amorosas a cada um.
ATIVIDADE: Leitura e reflexão sobre o texto
De quem é a culpa?
Uma grande firma que sempre havia sido bem sucedida no seu ramo de trabalho, passava por uma séria crise financeira e estava despedindo boa parte dos funcionários.Estes, inconformados com a situação, procuravam um culpado.Diziam que o novo diretor financeiro, por sua má administração, estava levando a firma à falência.O diretor, por sua vez, era um homem sábio e experiente.Tomando conhecimento dos comentários, resolveu convocar todos para uma reunião, onde apresentaria o verdadeiro responsável pela situação.
No dia marcado estavam todos presentes, ansiosos por conhecerem o culpado pelo fracasso da empresa. Fez-se uma grande fila e foi anunciado que o responsável iria receber os funcionários individualmente em sua sala, quando estes teriam a oportunidade de perguntar o motivo da falência da firma. Iniciou-se então a apresentação.
Quando o primeiro funcionário entrou na sala, constatou-se que no lugar do diretor havia um grande espelho com os seguintes dizeres ao lado: “Este é um dos responsáveis pela falência da empresa”. E asiim cada um entrava e saia em silêncio.
Naquele dia todos compreenderam que não havia culpado para aquela situação, mas que cada um teria sua parcela de responsabilidade.
Quando algo não der certo em sua vida ou sair diferente daquilo que planejou, procure identificar a sua parcela de responsabilidade antes de sair à procura de um culpado.
2ª semana do 5º princípio
Enfoque no aspecto familiar da culpa
o outro: amigo
filho
irmão...
pais
Você é o culpado
O outro é o culpado
Trabalhar a frase: ”A culpa torna as pessoas indefesas e sem ação”.
O grupo deve discutir o que significa isso,veja as diferentes situações.No caso de termos um problema em casa, como:
Filho que vai mal na escola
Filho que não trabalha
Filho que troca o dia pela noite
Pai alcoólatra,adicto
Mãe depressiva
Pai que não vai ao grupo de apoio
Avó que não pratica Amor Exigente
De quem é a culpa?
O que eu e você sentimos em relação à culpa?
Este sentimento ajuda a trazer de volta a pessoa que amamos e queremos ajudar?
Agora deixa o grupo atuar, avaliando:
O que fazer? Como? Quando? Onde? Com quem?
Fazer com que todos os integrantes do grupo interajam.Caso seja difícil individualmente, formem duplas para debaterem suas idéias e compartilha-las com o grupo.
3ª semana do 5º princípio
Enfoque: ”Abordar o aspecto social da culpa.Igreja,governo,sociedade,mídia,televisão,são culpados?
_Aspectos “legais” ( sentido de leis e legislação ) da culpa
1. Culpa dolosa, premeditada Ô Fazer errado por querer errar
2. Culpa por imperícia Ô por não saber.
3. Culpa por omissão Ô por acomodação
Ô Sentimentos Gerados pela culpa
4.Raiva
5 .Medo
6. Auto piedade
Autopunição
Todas as perguntas de 1 a 6 devem conter estas 3 interrogações p/ pessoa responder
O que pode ser feito? Quem vai fazer?
Quem vai ajudar?
Atividade: Fazer um dado com uma caixa; cada pessoa do grupo jogará este dado e de acordo com o nº que cair a pessoa dará o seu relato sobre determinada pergunta.
Exemplo: O dado caiu no nº 3; a pessoa falará a respeito da culpa por omissão – acomodação ( algum fato da vida onde agiu dessa forma ou atualmente se isto está acontecendo ) O que pode ser feito para mudar? Quem vai mudar? Quem vai ajudar?
Ao final deixar uma meta e por em ação
Pessoal , individual ou
Familiar: atingindo os que queremos ajudar
Social : melhorando as condições de nossa comunidade.
4ª semana do 5º princípio
Enfoque: O jogo da culpa.
A verdadeira culpa acontece quando praticamos o mal premeditadamente, de vontade própria, livres, conscientes, agindo para prejudicar o outro. Muitas vezes ficamos paralisados diante de emoções muito fortes como o medo, raiva, auto piedade ou mesmo culpa.
O A.E. propõe: Esvazie-se de qualquer tipo de emoção negativa. Elas além de tornarem indefeso e sem ação. Distorcem a realidade, não transferem nem dividem responsabilidades, não são a solução.
Achar culpados também não resolve.Mostra apenas que estamos – consciente ou inconsciente _ nos achando melhores que os outros.
Pode-se culpar: pais, políticos, professores, membro do corpo docente, a política, os estudantes, crianças mal educadas, a vizinhança, os traficantes, a TV e o cinema, a pessoa que deixou de avisar o que deveríamos esperar, as que esperam muito de nós, o excesso de alunos numa classe, a papelada em demasia para preencher, as pouquíssimas facilidades, o equipamento pobre, a falta de material necessário, ou você mesmo.
Quando não podemos resolver um problema acusamos.Acusamos ou racionalizamos nosso próprio comportamento.
Isso se chama jogo da culpa , o resultado do jogo da culpa é que toda sua energia e esforço concentra-se em achar quem ou o que causou a crise,em vez de tentar descobrir o que fazer para resolve-la.
Ficar envolvido no jogo da culpa impede que você toma atitudes, impede que você experimente algo novo e que confronte o comportamento que prende o jovem numa qualidade de vida realmente destrutiva.
Trabalhar com o grupo como sair desse jogo.
Resposta: Parar de jogar, entender que não se pode salvar, que não se perseguirá, e que é preciso se recusar a ser vítima e pagar pelo comportamento do outro. Isso não é a mesma coisa que ajudar quando alguém realmente precisa de ajuda, ficar bravo quando for apropriado ou reconhecer que coisas injustas estão acontecendo.
“Sem culpa, auto piedade , raiva, vamos estar livres para ajudar e receber ajuda”
ATIVIDADE: Refletir o texto:
“ Coisas que Aprendi na Vida “
Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.
Que falar pode aliviar dores emocionais.
Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.
Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
Que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pela vida inteira.
Que o que importa não é o que você tem na vida, mas Quem você tem na vida.
Aprendi que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.
Que as pessoas com quem você mais se importa na vida, são tomadas de você muito depressa.
Aprendi que devemos deixar sempre as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Que não devemos nos comparar com os outros, mas com o melhor que podemos fazer.
Que não importa até onde já cheguei, mas para onde estou indo.
Que não importa quão delicado e frágil seja algo, sempre existem os dois lados.
Que leva muito tempo para eu me tornar a pessoa que quero ser.
Que se pode ir mais longe depois de pensar que não se pode mais.
Aprendi que ou você controla seus atos, ou eles o controlarão.
Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Que paciência requer muita prática.
Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer qualquer coisa, ou nada e termos bons momentos juntos.
Que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.
Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.
Que quando estou com raiva, tenho o direito de estar com raiva , mas isto não me dá o direito de ser cruel.
Que só porque ALGUÉM NÃO O AMA DO JEITO QUE VOCÊ QUER, NÃO SIGNIFICA QUE ELA NÃO O AME COM TUDO O QUE PODE.
Que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprendi que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens ou fora de cogitação, poucas coisas são mais humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes você tem que aprender a PERDOAR A SI MESMO.
Aprendi que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido; o mundo não pára pra que você o conserte..."
6º Princípio: Comportamento _ 1ª semana
1ª Semana: Eu
Enfoque: Trabalhar – analisar-refletir sobre você.
Como está seu comportamento?
Fazer com que cada um relate como “anda” seu comportamento, o que melhorar, como melhorar...
Atividade:
Texto:- “Frigideira”
Conta-se que um jovem, recém-casados, ficou furioso, ao perceber a forma com que sua esposa colocava peixe na frigideira: cortava a cabeça ( bem cortada ) e o rabo, até quase o meio do peixe.Indagou-lhe o porquê daquilo, ao que ela respondeu: __”Mamãe sempre fez assim e eu aprendi com ela... naturalmente, deve ser a melhor maneira”.
E assim a esposa sempre ia fritar peixe, procedia daquela forma. Afinal quem era ele pra concertar os dotes culinários da sogra? !
Um dia de Domingo (os filhos sempre costumam papar as bóias das mães ou sogras aos domingos), estando eles na casa da mãe dela, coincidiu de observar a sogra preparando peixes para fritar. Viu que ela não cortava tanto como a sua esposa... que dissera ter aprendido com ela e, questionou.
A sogra riu e lhe respondeu: “Meu filho, eu sempre cortava o peixe daquela maneira porque a minha frigideira era pequena...só isso!”
Essa é uma boa reflexão sobre a eterna repetição das coisas, dos procedimentos, da formas de realização, sem questionamentos:
“Sempre fizemos assim ! Pra que mudar?”
Pedir ao grupo para que leia e comente sobre o que aconteceu.
Dinâmica: “O adolescente e o meio”
Desenvolvimento: O orientador deverá levar uma fita de vídeo, com partes de uma novela, programas e propagandas. Gravações rápidas e de coisas importantes. Deverá explorar o que está dando ibope no momento. Estas “Tomadas” serão exibidas sem chamar a atenção para nada.
Serão formados grupos pequenos e cada um deverá apresentar um comentário sobre o que assistiram.
Finalizada esta etapa, após a apresentação dos grupos, poderá ser repetida a fita e o orientador deverá comentar o que não foi percebido pelos jovens.
Itens a serem explorados:
A inversão dos valores morais nas novelas.
A exploração das classes inferiores nos programas.
O incentivo das propagandas para o supérfluo.
Os pontos positivos da TV que devem ser mostrados e valorizados.
Reflexão: Demonstrar como é importante o jovem usar sua capacidade de discernimento, para que os avanços tecnológicos sejam analisados por ele e aproveitados os lados positivos de cada realização.
No texto Bíblico Maria escolheu o que lhe serviria para toda vida.
Material: Fita de vídeo papel e caneta
2ª semana do 6º princípio
2º semana: Refletir o comportamento de quem quiser ajudar:
- Como está o comportamento do outro?
- Eu me comporto como frente e este comportamento do outro?
Atividades:
Dinâmica:- Pessoas-Balão
1. Levar para o encontro ou palestra um balão cheio de ar.
2. Explicar aos participantes por que certas pessoas, em determinados momentos de sua vida, se parecem com os balões:
a) alguns estão aparentemente cheios de vida, mas por dentro nada mais têm do que ar;
b) outros parecem ter opinião própria, mas se deixam levar pela mais suave brisa;
c) por fim, alguns vivem como se fossem balões cheios, prestes a explodir; basta que alguém os provoque com alguma ofensa para que (neste momento estoura-se um balão com um alfinete) "estourem".
3. Pedir que todos dêem sua opinião e falem sobre suas dificuldades em superar críticas e ofensas.
MATERIAL A SER USADO
Um balão cheio;
Um alfinete.
Lição: Que nosso interior seja cheio de vida e não de coisas mesquinhas e egoístas.
Material: 1 Bexiga Cheia, 1 Alfinete
3ª semana do 6º princípio
3º semana: Como esta o comportamento de nosso grupo familiar?
- O que mudar?
- O que melhorar?
- O que fazer?
- O que deixar de fazer?
. Minha consciência critica tem me ajudado a analisar estes comportamentos?
. Mesmo reconhecendo que meus recursos são limitados, há algum comportamento que posso idealizar ter, com o objetivo do bem – estar de todos?
Texto: “Basta mudar a si mesmo para mudar o mundo”
Um jovem sonhava em mudar o mundo. Investiu muito tempo da sua vida para realizar esse ideal. Com o passar dos anos. Percebeu que a proposta era ampla demais e restringiu seu sonho a mudar seu pais. Depois de trabalhar algum tempo para isso, convenceu-se de que era muito difícil mudar o país e pensou em mudar a cidade. Mais aí também frustrou e procurou mudar sua família. Tentando ensinar-lhe a melhor maneira de resolver os problemas. Porem ninguém lhe dava atenção, alegando que ele não conseguia nem mesmo resolver os seus. O tempo passou. O jovem tornou-se ancião, sem nada a ter conseguido mudar. Um dia, sentindo-se triste, ao analisar sua vida e o motivo de seu fracasso, concluiu: “Se eu tivesse começado por corrigir meus próprios erros e se transformar, talvez minha família, vendo o meu exemplo, também tivesse mudado. Minha família transformada poderia mudar a vizinhança, que mudaria a cidade, o pais e de repente o mundo inteiro”.
A transformação do mundo exterior virá como conseqüência da transformação do seu mundo interior
Dinâmica: Ninguém vive só
a) Chamar a atenção das pessoas para que elas ouçam o que vai ser lido em seguida. Pedir para que cada pessoa “pesque” do texto a palavra (ou frase) que mais lhe chamar a atenção.
b) Ler a poesia “Ninguém Vive Só”, bem pausadamente, em alto e bom som.
c) Terminada a leitura (pode ser lida mais uma vez, se houver necessidade), pedir para que algumas pessoas digam qual foi a palavra escolhida e porque
Ninguém vive só
Ninguém vive só...
Mesmo as estrelas do céu cantam Juntas.
Mesmo as lágrimas rolam duas a duas,
Não raro acompanhadas de um
Sorriso.
Ninguém vive só...
Mesmo as folhas pequeninas dos
Arbustos, dormem juntas.
E os pássaros cortam os ares em
Bandos.
Ninguém vive só
Mesmo as pedras procuram o
Caminho,
Porque o caminho não é deserto, mas
Transitando pelas pessoas.
Mesmo as flores procuram o jardim,
Porque os jardins são visitados.
Mesmo o perfume procura as flores,
Porque a flor perfumada exerce maior
Atração.
Ninguém vive só...
E nessa grande harmonia de conjunto,
Nesta constante busca do outro e da outra,
Neste irresistível poema sociabilidade,
Nós situamos como GENTE.
Ninguém vive só...
Situar-se como gente,
É abandonada a idéia do EU, a atitude
Do egoísmo, para aderir ao NÓS.
Eu, você, o outro e a outra...
Mas quem são o outro e outra?
Quantas pessoas já passaram por sua Vida...
Algumas você recorda com carinho,
Outras com raiva... outras você ate já
Esqueceu
A outra pessoa é aquela de quem você
Diz: “com esta eu posso contar!”
E é também aquela de quem você diz:
“que tipinho chato!” ou “que menina
metida!”
O outro e a outra são aquelas pessoas
Com as quais você trabalha,
Se alegra, estuda, se entristece, que
Chora ao seu lado.
O outro e a outra são as pessoas
Com as quais você trabalha,
se alegra, estuda, entristece, que
chora ao seu lado.
O outro e a outra são pessoas que
ajudam você a se construir, a crescer.
O outro e a outra são as pessoas que,
Dias atrás lhe disseram uns palavrões.
O outro e a outra são o seu próximo, a
Quem você deve amar com todo o
Coração.
O outro e a outra se chamam JESUS
CRISTO:
JESUS CRISTO mora na mesma casa
Que você.
Trabalha junto, joga junto, estuda
Junto com você.
É aquela pessoa que lhe diz uma
Palavra de coragem e apoio.
O outro e a outra são pessoas
Como você !
Material necessário
a) Uma folha para respostas para cada participante
b) Material para que os participantes possam responder pode ser caneta, lápis, canetinha, etc.
Uma cópia para coordenador. Cópias de poesia “Ninguém Vive Só”, sendo uma para cada coordenador.
4ª semana do 6º princípio
4º Semana: “Avaliação”
Fazer uma avaliação sincera das mudanças positivas obtidas em conseqüência das propostas de metas efetivamente realizadas no mês.
Nossos comportamentos nos revelam muito mais do que as roupas que usamos, os carros que dirigimos ou as casas onde moramos.
Dinâmica: “Não julgar pelas aparências”
Material utilizado: Crachás grandes ou tiras de papel
Nº de participantes: Máximo 30
Tempo Aproximado: 30 minutos
Desenvolvimento: Sete jovens ficarão do lado de fora da sala e em cada um será colocado o crachá, de maneira que ao entrar todos consigam ler.Poderão ou não estar caracterizados.
As palavras serão: pivete, deputado, sacerdote, prostituta, sem terra,banqueiro, artista famoso(colocar nome).
Previamente , o orientador dirá que a turma estará apresentando o povo reunido em uma praça pública, e como tal deverão agir quando os personagens se apresentarem, demonstrando por palavras ou gestos como seriam recebidos.
Os figurantes deverão entrar um por um assumindo o papel que representam.
Terminada a apresentação, formar um círculo questionando aos atores como se sentiram com a recepção, e como se sentiriam se fosse realidade.
Analisar com a turma: na vida real se todas as pessoas que se apresentaram estivessem bem vestidas e sem identificação, como seriam tratadas?
Reflexão: Não se deve julgar pelas aparências porque muitas vezes o que se apresenta como “grande”diante do povo, diante de Deus tem pouco ou nenhum valor.Conforme cita o texto bíblico, a abelha tem aparência desfavorável, entretanto o seu produto é de 1ª qualidade.
Quem é responsável pelo pivete, pela prostituta, ou pelo sem terra?Eles não escolheram este tipo de vida, nem Deus os predestinou para tal, mas sim as atitudes conjuntas da humanidade são responsáveis popr estas diferenças gritantes.
O jovem, com sua inteligência e potencialidade, deverá lutar para que no futuro não haja tanta diferença social e para que todos descubram que são irmãos.
Finalizar com o texto:
Nunca perdemos o valor
Um famoso conferencista iniciou seu seminário segurando nas mãos uma nota de R$ 100,00. Diante de 250 pessoas ergueu nota e perguntou:
- Quem quer este dinheiro?
Todas as mãos se ergueram. E ele prossegui dizendo:
- Eu darei esta nota a um de vocês, mas antes observem o que farei com ela.
Amassou bem a nota com as mãos e depois, erguendo-a novamente toda amassada, tornou perguntar:
- E agora, quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos se levantaram novamente. O conferencista jogou a nota no chão, pisoteou-a e continuou mostrando-a ao publico, perguntando se ainda a queriam.
E todos continuavam levantando a mão. Diante disso ele indagou:
- Por que vocês ainda querem esta nota, mesmo ela toda amassada?
- Porque ela continua tendo o mesmo valor que tinha antes de ser amassada – respondeu um senhor.
- Muito bem! – disse o palestrante. – uma salva de palmas para ele! – E completou: - Não importa o que eu faça com esta nota, todos nós ainda a queremos pois ela não perde o valor.
Isso também acontece conosco. Muitas vezes em nossa vida somos amassados, nossa valor e nossa condição de filhos de Deus
O valor não está na aparência, mas sim na essência.
7º Princípio:Tomada de atitude - 1ª semana
1ª Semana: Até este princípio nos avaliamos e agora é o momento da “ação”
Vamos assumir posições claras e bem definidas.
Cada um deve pensar a atitude a ser tomada seja em relação a você mesmo.
- uma atitude que corrija você em um aspecto íntimo de você com você mesmo e que, de certa forma, seja difícil de fazer.
- algo que leve a obter qualquer coisa positiva (só por hoje) cada dia por hoje
Texto: Acreditar e Agir
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era seu destino.
Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente, percebeu haver letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.
Num dos remos estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro, AGIR. Não contendo a curiosidade, perguntou ao barqueiro o motivo daqueles nomes nos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito ACREDITAR, e remou com toda força.
O barco começou a dar voltas, sem sair do lugar.
Em seguida, pegou o remo em que estava escrito AGIR, e remou com todo vigor.
Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo, e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
O barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de AUTOCONFIANÇA. E a margem é a META que desejamos atingir.
Para que o barco da AUTOCONFIANÇA navegue seguro e alcance a META pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade:
ACREDITAR e AGIR.
Não basta apenas ACREDITAR, senão o barco ficará rodando em círculos, é preciso também AGIR para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa META.
Impulsione os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais, e não se esqueça que, por vezes, será preciso até remar contra a maré.
E nós?
Estamos remando com firmeza os dois remos,ao mesmo tempo,
para atingir nossa META?
Em que área de minha vida sou maduro e auto-suficiente?
O que quero para mim?
2ª semana do 7º princípio
2ª Semana: O outro
Tome uma atitude positiva em relação à pessoa que você quer ajudar. Faça algo para agradar esta pessoa; ao mesmo tempo, seja firme e exigente em relação a um comportamento que precisa ser mudado.
A manipulação ainda faz parte de minhas atitudes em relação aos familiares ou já consigo tomar novas atitudes com honestidade e verdade?
O que é ou pode ser manipulação?
Texto: Metas, sonhos, esperanças, planos!
Quando fazemos planos...., colocamos metas..., sonhamos...., temos a esperança de que tudo será diferente e melhor. Mas, esquecemos de mudar. Mudar de atitude, de pensamentos e de hábitos.
Queremos que as coisas, as pessoas se modifiquem, mas normalmente não est
