VIVA OS 12 PRINCÍPIOS E SEJA FELIZ !

Os 12 Princípios:

1º Princípio:

Raízes culturais

O problema dos pais e o problema dos jovens tem raízes culturais.

O mundo muda rapidamente propagando a anti-cultura, o anti-herói... É preciso refletir, questionar, antes de tomar qualquer posição.

É preciso lembrar que princípios de integridade moral e ética são imutáveis.

O respeito, a compreensão e o amor devem nortear nosso relacionamento com o mundo.

2º Princípio:

Os pais também são gente

Os pais são humanos e são apenas pais. Não são super-heróis nem se tornam perfeitos ao se tornarem pais. Devem assumir tranqüilamente suas limitações, suas fraquezas, consciente de que em sua função de pais sua experiência, vivência e amor por seus filhos, são insubstituíveis.

3º Princípio:

Os recursos são limitados

Avalie e conheça seus próprios limites físicos, emocionais e econômicos. Aprenda dizer não. Ensine o respeito aos próprios limites. O amor, a maturidade e a disposição dos pais vence a rebeldia dos filhos.

Lembre-se, educar bem os filhos é tirar de dentro deles o melhor que têm a oferecer. É fazê-lo entender deveres e responsabilidades, levando em conta que eles aprendem facilmente a obter direitos e vantagens.

4º Princípio:

Pais e filhos não são iguais

Os pais precisam ser pais para que os filhos possam ser filhos.

Pai é guia, orientador, legislador: deve conduzir o filho, criando regras, que sejam respeitadas e que vão prepará-lo para enfrentar o mundo.

Não estamos pregando o autoritarismo.

Falamos da autoridade de adultos coerentes, competentes, que querem o melhor para o desenvolvimento completo da personalidade do filho.

Estamos tratando da disciplina ministrada por pais que dirigem o lar com firmeza e sabedoria, buscando proteger e orientar o filho, alicerçados em valores éticos e morais nos quais acreditam.

5º Princípio:

Culpa

A culpa torna as pessoas indefesas, paralisa e impede toda forma de ação.

Para resolver um problema, uma situação inaceitável é preciso libertar-se de qualquer tipo de emoção negativa. Fazendo sua parte do modo mais completo possível, consciente de Ter cumprido o seu papel...

E sem nenhum sentimento de culpa, auto-piedade ou raiva, estar livre para agir e deixar os filhos sofrerem as conseqüências de seu próprio comportamento.

6º Princípio:

Comportamento

O comportamento dos filhos afeta os pais e o comportamento dos pais afeta os filhos.

Existem muitos instrumentos de destruição que são usados pelos pais: indignação expressa em voz estridente, as acusações irresponsáveis, repreensões, lágrimas, histeria, orgulho... todas armas mortíferas que matam o amor e o respeito, destruindo também, quem as utiliza. É preciso manter-se equilibrado, ser sóbrio para exigir sobriedade, e assim, como dono de sua casa conduzir sua própria família no rumo certo.

7º Princípio:

Tomada de atitude

Na educação dos filhos, sabe-se o quanto é prejudicial tomar atitudes sem firmeza e perseverança. É dever dos pais agir prontamente ao tomar conhecimento do comportamento inadequado do filho, corrigi-lo segundo a maior ou menor gravidade da situação; assumindo posições claras e bem definidas.

Caminhe junto, acredite, fortaleça e anime seu filho, mas sobretudo, busque uma nova qualidade de vida.

8º Princípio:

A crise

Assumir posições, fechar questão, acarreta crise que, se bem administrada, gera a mudança necessária. É preciso ter coragem e disposição para mudar e ser capaz de amar seus filhos de modo a fazer o que precisa ser feito sem pena deles ou de si próprio.

Pais: definam seu alvo, fixem prioridades, formulem um plano de ação e executem. Administrem a crise sem medo, controlando cada regram cada limite estabelecido, fazendo sua parte para solucionar o problema. Por causa disso, ou apesar disso, sejam felizes! Vivam e deixem seu filho viver experimentando as conseqüências do que faz.

9º Princípio:

Grupo de apoio

Sozinhos, sem compartilhar e trocar experiências, os pais se sentem perdidos e amedrontados. Entretanto, unidos e reunidos em grupos encontrarão novos caminhos.

O grupo de apoio ajuda a refletir sobre as dificuldades e as limitações de cada um. Oferece diferentes alternativas, e encorajamento através do generoso relato da experiência de cada membro.

Os participantes elevam-se além dos seus próprios problemas para ajudar o outro e, consequentemente, todos saem do grupo com novas esperanças.

10º Princípio:

Cooperação

A essência da família repousa na cooperação. Poupar e impedir o filho dessa participação é erro freqüente nas famílias. A cooperação aumenta a auto-estima e a noção do dever. É da cooperação que nasce a afetividade entre os membros da família, e é o gérmen da cidadania.

Os pais devem despertar nos filhos a respon­sabilidade por cada pessoa do seu grupo familiar e social.

Assim sendo, os filhos só terão direitos a rei­vindicar quando com postura e séria, se tornam membros cooperados do grupo familiar.

11º Princípio:

Exigência e disciplina

Aquilo que não se aprende em casa, a vida en-sina a duras penas. Duras para os pais e para os filhos. Devemos ordenar e organizar com verda-deira disciplina o rumo que queremos dar a nossa vida e a vida da família, começando por pequenas coisas para chegar a grandes mudanças.

Seu filho não pediu para nascer...mas você também não pediu para que ele fosse como é, vocês foram colocados um na vida do outro e têm, cada qual o seu modo, direitos e deveres. Não têm, no entanto, o direito de se destruírem mutuamente.

O Amor Exigente não expulsa os filhos de casa. A proposta não é essa. A escolha é opção do próprio filho. Depois de ter tentado tudo para controlar o comportamento inadequado do filho, chegando ao limite máximo dos pais ou da família ao não querer adequar-se, ele mesmo estará es­colhendo deixar a casa e viver por sua própria conta e risco.

12º Princípio:

O Amor

Este é nosso princípio básico e deve estar sempre intimamente ligado a todos os outros.

No Amor Exigente amar é um grande desafio. É uma decisão! Deixa de ser um sentimento para ser uma opção de vida: amar é ajudar o outro a ser a pessoa certa para ele mesmo e para o mundo onde for viver. É um amor aberto, traduzido em gestos e atitudes de querer o bem do outro. O verdadeiro amor tem compromisso com valores do que a satisfação de desejos.

Definição
Programa de:

· Prevenção

· Orientação

· Apoio aos pais e professores de adolescentes e jovens

Que

·Leva a pessoa a agir

· Desencoraja violência, agressividade

· Encoraja a cooperação comunitária e familiar

Visando

· União dos pais em relação a orientação e educação dos filhos

· União das famílias

· Ajuda mútua

·Harmonização das relações inter-pessoais

Objetivo
Fornecer conhecimento

· Uso de drogas, suas causas e efeitos

· Perfil psicológico, dificuldades, desafios dos adolescentes e jovens

Provocar

· Reflexão

· Questionamento

· Conscientização social e ética

· Ação Preventiva

Desenvolver

· Valores éticos e morais

· Cidadania

· Espiritualidade

 

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Atualizado em:

20/11/2007